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A estranha teoria do homicídio sem morte


O artigo publicado pela Revista Ultimato chama a nossa atenção para o infanticídio de índios, vale a pena a leitura, assim como das referências.
O que mais me chamou a atenção é a visão distorcida do secretário-adjunto do Conselho Indigenista Missionário (Cimi), Saulo Feitosa, que transforma bebês em coisas e não pessoas e justificam a morte dessas crianças não como homicídio, mas como "interdição da constituição do ser humano".
A tolerância cultural e religiosa é necessária, mas não podemos justificar erros e maldades em nome de cultura, religião, patriotismo ou pelo chamado "bem-maior".
A capacidade de raciocínio do ser humano é fantástica, lidar com milhares de informações, fatos, lembranças, teorias, sentimentos, porém é muito triste quando seres humanos usam tudo isso que Deus nos deu em prol da maldade. Cito alguns exemplos reais:
(1) Conheci um advogado que se gabava de ter ganhado a guarda dos filhos para sua cliente, uma mãe que vivia da prostituição, com o argumento de que não era prostituição, mas sim "necessidade primitiva de alimentação e abrigo por troca de momentos íntimos".
(2) O aborto provocado não é a morte de uma pessoa, mas "a expulsão de células germinativas".
(3) A pena de morte não é homicídio, mas "nosso direito como sociedade de nos livrar dos maus indivíduos".

Lembro-me dos ensinos da Escola Bíblica Dominical, das palavras de meu avô e meus pais, "A Bíblia é a nossa lente para enxergarmos o mundo".

Vídeo Quebrando o Silêncio 

Comentários

Danilo disse…
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